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Já sabemos que o marketplace da Amazon está cheio de produtos baratos, fracos e imitações de outros produtos de gama alta.

 

A CNN recentemente levou a testes uma cadeira de bebé para automóvel, comprada na Amazon. Os resultados são verdadeiramente assustadores. A cadeira de bebé partiu, num teste em que foi simulado um acidente a 48 km/hora.

 

Cada vez mais, são necessários esforços redobrados para fazer uma compra segura e sustentável.

 

A pobre da minha mãe, que só sai comigo, anda a implorar-me que a leve a comprar-me um presente de natal. O que ela me quer dar, são velhos hábitos: roupa, cheques presente para a loja XPTO ou YPFR.

 

Tentei explicar-lhe que o meu objectivo é usar APENAS roupa usada, artesanal ou feita por mim (tenho sacos e sacos de tecidos, de quando ela era costureira). Excepção para roupa interior que (ainda) não sei fazer.

Eu não quero roupa feita por escravos modernos.

 

O meu prazer, seria ir às lojas de usados habituais e vasculhar os móveis de livros. Um saco de livros usados a €0.50 e €1.00 seria o melhor presente que eu poderia receber no Natal.

 

Infelizmente, ainda não encontrei ninguém que compreenda isso. Sempre que o menciono, recebo sempre um "mas não tem jeito nenhum dar coisas usadas no natal".

 

E eu olho para aqueles armários de livros que ninguém compra, que inevitavelmente vão acabar no lixo e penso: quem me dera.

A informação de que os pacotes de chá libertam microplásticos não é novidade. Mas as conclusões do último estudo, mais ainda se as multiplicarmos por tudo que comemos, vezes o número de pessoas, não são nada animadoras.

 

Depois, através de um microscópio de eletrões, a equipa descobriu que uma única saqueta, à temperatura de confeção (cerca de 95ºC), liberta cerca de 11,6 mil milhões de micropartículas e 3,1 mil milhões de nanopartículas de plástico para a água, nomeadamente de nylon e polietileno tereftalato. Estes níveis são milhares de vezes superiores aos observados noutras comidas, frisam os investigadores. (VISÃO)

 

Foi isso, entre outras coisas, que decidi investir na aquisição de chá Gorreana, que ainda por cima fica mais barato que os chás de saquetas.

1 (48).jpg

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Não sei se, durante a infância, alimentaram uma tendência natural minha para fazer colecções ou, as colecções que fui fazendo na infância, foram sendo associadas a sentimentos positivos que determiram que me tornasse uma coleccionadora. 

 

Mas, o meu estado natural é de gostar de coleccionar: tenho selos, calendários (de infância), postais, cadernetas (de infância), autocolantes para a agenda, materiais diversos de costura e bordado e muitos, muitos livros. Eu gosto de padrões.

 

O problema é que as colecções tornam-se um sorvedouro de dinheiro. No meu caso, a falta de investimento pessoal nas colecções faz com que nunca possa ser um verdadeiro investimento.

 

Foi o acumular de todas estas coisas que determinou que começasse a procurar soluções no movimento do minimalismo. 

 

O meu objectivo sempre foi simplificar as coisas: encontrar objectos quando preciso deles, remover os excessos (para que não ocupem espaço precioso numa pequena casa e para que não tenha de os limpar), ter mais espaço para o que gosto e preciso e gastar menos dinheiro num consumo impulsivo.

 

Quando vejo o que tirei de casa, pasmo. Nem me atrevo a fazer contas.

 

Por isso, começar a destralhar - retirar os excessos de casa - mudou completamente a forma como compro. Cada vez mais associo o consumo às coisas que tirei de casa e faço-me a pergunta: não acabarei por destralhar isso depois? 



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  • Anónimo

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