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No Natal recebi dois cartões presente. 

 

Confesso que não planeio fazer compras com eles até precisar de algo... nem nos saldos.

 

Porém, reparei que numa das lojas estava indicado que não é possível pagar itens em saldo com esses cartões. Tal deixou-me francamente perplexa. Mas afinal não são valores pagos integralmente como dinheiro? Eu já comprei cartões presente e NUNCA fui informada de qualquer reserva quanto à sua utilização, excepto a decorrente da validade do cartão.

 

E tudo isto a propósito de um comentário que publico infra. 

 

Gostaria de ouvir as vossas experiências com a utilização de cartões presentes. Há lojas em que deveremos evitar comprar? 

 

 

Esta chateou-me mesmo muito hoje e vim aqui partilhar convosco...

Fui hoje à Intimissimi do Arrábida Shopping com a minha esposa comprar alguma roupa interior. Tínhamos connosco um cheque presente no valor de 50€ e 3 vouchers de 3€ cada um. 

A utilização dos vouchers estava condicionada a 20% de uma compra, de artigos fora de promoção/saldo.

A utilização do cheque presente estava condicionada a uma única utilização.

Assim, e depois de alguma escolha, encontramos artigos no valor de perto de 70€, em que 49,80€ eram de artigos de nova colecção.

Desta forma estariam salvaguardas as duas condições: 20% de uma compra fora de promoções / saldos e 50€ de uma só vez.

Qual o meu espanto quando a funcionária me disse que não poderia facturar os artigos de nova coleção e usar os vouchers, na mesma factura que os outros artigos que levava (em promoção), porque o sistema não permitia...


Assim, não consegui comprar os artigos pretendidos de nova colecção porque não chegava aos 50€...

Mas pior foi quando depois de abandonar a possibilidade de promoção em alguns artigos, e a conta total prefazendo cerca de 65€, foi-me dito que, ao usar o cheque-presente, a conta total era abatida e o sistema não assumia os vouchers porque eram superiores a 20% da conta.


Ora se a conta eram 65€ e eu queria usar vouchers no valor de 9€, estes eram bastante inferiores a 20%... Mas na óptica da intimissimi (Calzedonia Portugal) parece que não porque para eles, os cheques-presentes que vendem e dizem funcionar como dinheiro, na prática forçam a que funcione como um vale de desconto....

Uma das funcionárias efectivamente percebeu o problema e deu-me razão. A outra tentou convencer-me que era assim e fez-me chatear ainda mais.
Pior: perguntei se podiam ligar para a central e a resposta é "Não.". Pensei que me iam pedir o contacto a seguir, por ser domingo, e amavelmente me dizer que segunda ou terça entrariam em contacto comigo mas não...

Vendem os cheques-presentes e dizem que funciona como dinheiro e depois não funciona... isto é o quê? Burla? Fraude? Não sei porque não sou advogado mas senti-me burlado e defraudado....

Moral da história: 
- já passei e continuarei a passar a mensagem para nunca oferecerem cheques-presente da Intimissimi / Calzedonia.
- não vale a pena a promoção que deu os vales porque na prática, estavam com o mesmo desconto na loja, sem vouchers.


10 comentários

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De luis p. a 26.01.2014 às 21:31

Que confusão! No que toca ao cartão-presente WORTEN, sabem quando existe o 20% em talão na loja toda? Compram um artigo e recebem um talão com 20% e têm um mês para gastar esse talão. E ainda, se fizermos as contas 20% em talão é 16% desconto imediato. Mas percebi que é possivel receber esse 20% talão para um cartão presente. Vou à loja, comprou um artigo qualquer com o mesmo valor do talão (se for preciso gasto 1€ ou 2€ do meu bolso), depois fica o artigo dentro do saco com o talão e guardo o artigo religiosamente, intocável. No dia a seguir, digo que quero devolver porque ia oferecer e a pessoa já tinha, então ao devolverem, a worten devolve o dinheiro para um cartão presente com validade de um ano e que dá para usar nas lojas do grupo sonae!! isto é, continente! LOL
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De Mano a 26.01.2014 às 22:13

Efectivamente, caro Luís, é uma tremenda confusão. Estas empresas em vez de simplificarem a única coisa conseguem com isto é perder clientes.

Oferecer cheques-presente da Intimissimi é oferecer dor de cabeça, pelos vistos.

Mais vale oferecer do próprio centro comercial e dividido em alguns pequenos (por exemplo 50€ em 5 vales de 10€), ou os do grupo Sonae que, sendo em cartão magnético, permite gastar faseadamente e não obriga a que seja numa só compra.

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De Carla Ribeiro a 26.01.2014 às 22:50

Que tal uma exposição à DECO?...
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De Teresa Duarte a 26.01.2014 às 23:26

Os cartões Dá da Sonae permitem ir retirando o saldo conforme queremos e podemos usá-lo para comprar artigos em saldo ou promoção.
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De Miguel Oliveira a 26.01.2014 às 23:35

Se entendi bem, a restrição estava apenas relacionada com a impossibilidade da acumulação do cheque-presente com os vouchers .

Se sim, penso que o importante aqui era saber se o consumidor inicial quando adquiriu esse cartão-presente foi informado que o mesmo não era acumulável com outras ofertas promocionais.

É claro que para quem está habituado a jogar ao jogo do "poupar ao máximo acumulando vales daqui e dali", é sem dúvida uma desagradável surpresa.
Entendo a ignição, também a teria.

E em relação a não quererem (ou não terem a proactividade de) entrar em contacto consigo posteriormente é normal, pois o dinheiro já está do lado deles. :-)

Cumprimentos.
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De Miguel Oliveira a 26.01.2014 às 23:37

Correcção: onde se lê "ignição", deve ler-se "indignação" :-)
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De Mano a 26.01.2014 às 23:52

Os cartões-presente são sempre apresentados como um cartão presente, uma forma de pagamento como dinheiro . A própria funcionária disse-me isso. Aliás, ambas. A que assumiu logo e a que tentou fazer de mim burro.

Até porque o cartão presente não é uma promoção. A pessoa que o compra paga o mesmo valor "facial" do cartão, sem promoção nenhuma. Não é uma oferta promocional, é uma forma de pagamento alternativa.

O problema é o "sistema" e a inoperância das funcionárias.
Uma assumiu que era um problema a outra tentou convencer-me que não. Mas nenhuma se prontificou a resolver a questão, nem manualmente (assumindo que tinha pago em dinheiro o valor do cartão e depois resolvendo internamente), nem propondo-se a falar com os chefes para resolver e dar feedback no dia útil seguinte.
É um problema, não é delas, azar.

Aliás, a que assumiu que era erro até me disse que fazia bem em escrever porque assim podia ser que resolvessem. Alguma vez isso se faz numa SONAE ou num sítio onde haja algum cuidado em atendimento ao cliente? Tenta-se resolver o problema, mesmo que requeira falar internamente com superiores. Agora, deixar escalar antes de tentar resolver, para mim não é atendimento ao cliente. É tirar a água do capote para atender o próximo cliente. Mas a tratar assim os clientes, qualquer dia não há próximo, há só o último.
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De Ana Rita a 27.01.2014 às 00:17

Eu também recebi um da loja onde trabalho e utilizei o valor todo em peças de saldos. Acho muito estranho, pois todos os cartões oferta que fazemos, o valor é gasto como a pessoa quiser.
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De Martins a 27.01.2014 às 03:12

Uma atitude lamentável, eu se fosse a si usava as redes sociais a divulgar isso, olhe que muitas marcas se "queimaram" com essas atitudes (vide caso Ensitel na net).

Escreva também no livro, que as coisas não podem ficar impunes.

Eu usei poucas vezes cartões presente, mas sempre que os tive, usei como bem me apeteceu, e nunca tive problemas, isso é algo que merece uma boa exposição nas redes sociais, e sempre quero a atitude da marca, depois de isto tomar as devidas proporções...

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De Loren a 27.01.2014 às 17:03

Já utilizei uma vez o cartão presente do Pingo Doce e o valor do mesmo foi debitado no valor total da compra, e o valor restante foi pago em dinheiro normalmente. Não tenho experiência com cartões de outras lojas, mas ao que indicam os comentários parece haver muitos pormenores a ter em atenção...

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