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Decidi repescar a série que fiz o ano passado, que assinala o mês da poupança, já que 31 de Outubro é oficialmente o Dia Mundial da Poupança.
Quero com isto dizer que vou tentar fazer um post por dia com algumas das nossas melhores estratégias de poupança, com lembretes ou até republicações de alguns posts.
E o primeiro post é de celebração por ver o Contas-Poupança falar dos cafés conserto e de perdermos o medo de fazermos algumas reparações lá por casa.
Já em Outubro do ano passado falei nisso, mas aproveito para repescar alguns links:
Reparação DIY de um termoventilador (aqui): €1.00 [peça]
Reparação DIY de um aquecedor a óleo (aqui): €1.00 [peça]
Não encontro o post, mas também já substituí o botão de ligar/desligar num outro aquecedor a óleo): €2.50 [peça]
Reparar para poupar é o lema.
Mas nem sempre podemos fazer a reparação pelo que continuo a preferir reparar num técnico especializado a comprar novo.
Aliás, digo mesmo que foi quando comecei a fazer as minhas reparações, que mais comecei a ficar mais sensibilizada para a recuperação dos electrodomésticos usados, mesmo que tivesse de recorrer a um técnico profissional.
Reparação profissional de uma varinha mágica: €5.00 (aqui)
Substituição da ponte dos meus óculos: €25.00
Reparação profissional da minha placa vitrocerâmica: €80.00 (com substituição de módulo electrónico)
Reparação profissional (serralheiro) de um perna de secretária: €5.00

Não sei quanto a vós, mas o meu guarda-roupa não está preparado para ondas de calor. Sou muito friorenta e por isso, mesmo quando está quente, não prescindo de uma manguinha, mesmo que curta.
Dito isto, com temperaturas acima dos 30 graus, quanto menos tecido, melhor.
Por isso, andei atrás dos meus tops e descobri que este não me servia. Ou ele encolheu, ou eu alarguei... uma das duas.
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Mas como estive a transformar umas leggins da minha mãe em calções (o calor...), tinha o tecido perfeito para aumentar a largura da camisola.
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Acertei para ficar com dois paineis de tecido.
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Aproveitei a baínha dos leggins, mas os painéis eram curtos para a camisola pelo que aproveitei umas tiras para criar um aumento.
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Cortei as laterais do top, mantendo a curvatura. Depois, foi só cortar o excesso e fechar com um ponto zig zag.
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Finalmente, um pequeno apontamento de ligação, que ficará muito melhor assim que lavar e a malha começar a enrolar. Ou assim eu espero.
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Como devem imaginar, para conseguir comprar livros muito baratos em lojas solidárias, frequentemente tenho de fazer concessões quanto ao estado dos livros. Aliás, quanto mais danificado, mais barato o consigo comprar.
Por exemplo, este exemplar estava num conjunto de livros de bolso que comprei por cerca de €0.25/cada.
Peguei num bloco de notas com cartão de grossura aproximada e cortei um canto (pela linha vermelha).
Depois, foi só alinhar o canto com a capa e aplicar um pouco de fita cola. Nada mais simples.
A capa fica assim reforçada com uma intervenção mínima e nem ficou com mau aspecto.
E provavelmente sou menina para imprimir uma capa destinada a ser o isco das jovens leitoras que passam cá por casa.
Na verdade, eu detesto capas com a versão Karloff do Frankenstein (manias de leitora).
Até lá... fico a babar com estas:


Hoje, ultrapassei mais uma barreira psicológica na minha aprendizagem de costura: virar o colarinho de uma camisa. Cresci numa casa em que era um hábito, mas a verdade é que nessa fase, nunca quis aprender tais artes.
Acreditem que foi uma das coisas mais fáceis que fiz. É incrível como muitas tarefas que imaginei complicadas eram tão simples como 1, 2, 3.
1.
Descoser o colarinho pela linha indicada a vermelho.
Com cuidado para não cortar o tecido.
2.
Virar o colarinho.
2.
Voltar a coser o colarinho, agora do avesso.
E aqui está o resultado: uma camisa como nova.
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