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Por uma questão de transparência, apresento-vos o resumo dos talões de compra de hipermercado. Inclui os itens a excluir de ora em diante. Primeiro, constanto que faltam talões (por exemplo, falta o talão em que gastei os primeiros 50% do hiperdesconto de Novembro). Outra coisa são as aquisições com desconto de 100% em que já assumi os reembolsos das promoções experimente grátis.

 

Fazendo as contas com o que tenho como referência e em média, pago apenas 60% daquilo que gasto. Como poderão constatar, o grosso das minhas poupanças vem do cartão Continente e não da utilização de vales de desconto. 

 

Ainda de referir as compras foram efectuadas em 4 locais: Continente, Jumbo e MiniPreço e Pingo Doce. Ainda, suspeito que não me foram creditados todos os vales da promoção vice-versa que apresentei. Na passada semana apercebi-me que não tinha sido registado. De ora em diante, estarei mais atenta.

 


26 comentários

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De Goreti Rodrigues a 03.02.2012 às 09:49

Eu continuo com algumas duvidas em relação ao acumular no cartão. Repara que, tudo bem, conseguiste comprar produtos no valor de 644€ apenas por 207€. Mas a diferença desses valores não tens, exacto? Está no cartão, que mais cedo ou mais tarde vais ter que gastar na mesma no supermercado.... Espero que não interpretes este meu comentário como uma critica, ando a tentar perceber se de facto este sistema vale a pena ou não :)
No meu caso por exemplo, era impossível gastar o valor de 600€ em supermercado num único mês, mesmo sabendo que parte desse valor está acumulado... Não sei.
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De CristinaS a 03.02.2012 às 10:01

Não Goreti,
antes de mais, não é 600 num mês. Espreita as datas. Depois reitero que a lista não é realista. Faltam talões e houve compras que fiz só porque estava a 75% e 50% em cartão. Nessas incluem-se brinquedos que comprei para o meu pai oferecer, por exemplo.

O que saiu do meu bolso foi a diferença entre o valor total, depois de descontos menos o valor pago com cartão. Por isso seriam uns 400 euros (menos o que ainda estaria como crédito em cartão) - estou em fase de afinal o registo, daí as minhas advertências.

Então é assim:
Eu compro 100 e fico com 50 no cartão. Os 100 são nos produtos seleccionados por eles, mas os 50 são como dinheiro. Gastas no que quiseres. A única coisa que não podes comprar com cartão continente é um vale presente - é a única objecção. Até podes comprar novos produtos também com desconto em cartão.

Não sei se leste anteriormente, mas eu comecei agora com o sistema. Também o estou a afinar. Daí ter feito um investimento enorme no final do ano anterior. Mas eu vejo as poupanças agora, quando vou ao supermercado fazer as compras da semana e gasto €18.00 em que €5 são novo desconto. Compro os produtos pelo menos preço possível e posso esperar nova promoção.
Como já comprei, saem da minha lista de compras habitual e melhor que isso, não os compro a preço normal.

E as críticas são sempre bem-vindas: isto é um diálogo ;)
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De hfv a 03.02.2012 às 13:15

Olá Cristina, estas contas da forma como as fazes não são realmente aquilo que gastas, porque logo na primeira compra quando dizes que pagaste 20, 36 isso não é verdade tu gastaste 189,26 ficaste foi com valor no cartão parece que é a mesma coisa ficar com 75% em cartão mas na realidade não é repara neste simples exemplo.
O pingo doce faz desconto de 75% imediato e o continente faz 75% desconto em cartão eu tenho 10€ para gastar em garrafas.
Essas garrafas custam 1€ eu chego ao pingo doce e com 10€ consigo compra 40 garafas porquê?
40 * 1€ = 40 * 0,25% devido ao desconto imediato dá os 10€.
Vou ao continente com os 10€ compro 10 garrafas e fico com 7,5€ em cartão no dia seguinte vou lá e consigo trazer mais 7,5 garrafas ous seja no pingo doce trago 40 garrafas e no continente trago 17,5.
Percebes as diferença entre desconto imediato e em cartão são bem diferentes.
Concluindo quando dizes que o teu gasto foi de apenas 207€ se vires bem o dinheiro que te saiu da carteira se calhar não foi bem esse.
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De JJaneiro a 03.02.2012 às 14:19

E será que esse produto está em desconto em simultâneo nas 2 lojas para serem comparados??

E não estando, o que impede de aproveitaar as duas?

E será que mesmo tendo o desconto de 75% os preços são idênticos???

A ideia da poupança é baseada sempre em longos stocks de produtos sem validade ou com uma validade de muito longa duração, para se verificar o preço mais baixo em relação ao preço estabelecido como ideal!
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De CristinaS a 03.02.2012 às 14:52

Sim, na verdade é só nesses que estou ainda a conseguir poupar. Eu só agora e que comecei a ter uma noção do que é um bom preço disto ou daquilo. E nos frescos então, sou um desastre.

Mas é precisamente isso que faço: crio um preço ideal e só vou comprar se estiver aí (onde estiver) ou precisar mesmo (nesse caso é o preço que houver).

Mas estou a melhorar.
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De hfv a 03.02.2012 às 15:42

O meu exemplo serviu unicamente para demonstrar que os descontos em cartão do continente, não são aquilo que apregoam, é verdade que existe um desconto mas nunca é de 75% ou 50% e isso de certo modo "irrita-me" porque tomam as pessoas por burras.
Sem querer estar aqui com muita matemática a pura realidade é: um desconto de 50% correspnde a 33,333% e um de 75% corresponde a 42,8571%.
É desconto é verdade é bom é verdade mas não é aquilo que dizem.
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De CristinaS a 03.02.2012 às 14:41

Discordo. É sempre o mesmo argumento que ouço quando me "confrontam" com o Pingo Doce nunca estão a comparar a mesma coisa. Estão a comparar entre produtos diferentes, nomeadamente marca branca.

Mais, para mim, as minhas contas sempre foram quanto me custa o produto, depois do desconto. E esse valor eu consigo-o aproveitando as promoções pontuais no Continente.

Porque, se comprei café a 3.20 e no final ficou-me por 0.80, então vou andar vários meses sem comprar café. Comprava-o a 3.20? Não, comprava-o a 1.50, uma marca branca. Quer isso dizer que não é desconto de 75% no meu orçamento? Sim, mas é um desconto de quase de 50% em relação ao que estava a comprar. Em 15 pacotes que comprei e só num item regular das minhas compras, poupei 10,50. E isso é poupança real do meu orçamento com base nas minhas compras habituais.

É assim que faço as minhas contas, não me iludo com percentagens garrafais. Por exemplo, folheto actual: 50% em esparguete de €1, 500gr. Cheguei o comprei esparguete Nacional, 1kg por €1,04. Compro o que quero.

As tuas contas estão bem feitas, mas a verdade é que o PD não faz os 75% para eu poder escolher aí o melhor preço.

Entretanto, tens de esgotar o valor das garrafas:
€10 = 10 garrafas + €7.50
€ 7.50 = 7 garrafas + 0.50 + €5.25
€ 5.75 = 5 garrafas + 0.75
Ou então dizer que compraste só 10 garrafas , mas ficaste com 7.50 dos teus 10 iniciais.

Continuo a argumentar: eu vejo o valor do item, para mim, após desconto.

Finalmente, obrigada hfv pela generosa contribuição para a discussão. Reflecti muito antes de apresentar as minhas contas e um dos objectivos era, precisamente, ter uma pessoa assim que se batesse por outra forma de ver as contas. E de certa forma, fosse um contra peso para a minha visão que é necessariamente afunilada pela minha experiência e pelas minhas necessidades.
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De hfv a 03.02.2012 às 14:48

Eu usei o exemplo das garrafa precisamente porque há dias atrás houve uma polémica em que a asae confiscou uma série de pacotes de leite tanto no continente como no pingo doce, por estar a praticar dumping ou seja a vender abaixo do valor que compram. Precisamente porque o desconto era de 75%.
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De CristinaS a 03.02.2012 às 16:09

Eu prefiro o meu leitinho de vaquinhas portuguesas ;)
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De Anónimo a 03.02.2012 às 16:13

Estou a achar tão enriquecedora a vossa discussão sobre as garrafas que vocês nem imaginam! :-) Só tenho é pena de o meu raciocínio matemático ser mesmo incipiente e não dar para acabar de perceber... Como podem duas pessoas ter opiniões tão diferentes e estarem as duas certas?? Pensava que a matemática era sempre objectiva! ... E pensava (qdo andava na escola) que não servia para nada, mas já vejo que estava enganada! E também pensava que não era preciso "ter um curso" para fazer as compras no supermercado, mas também já estou a ver que estava enganada também nisso! Ah ah ah!... Conclusão: hoje ao fim da tarde vou sentar-me com papel e lápis a ver bem este assunto porque fiquei mesmo muito interessada em perceber, pq realmente a hfv me está a fazer ver as coisas de um modo completamente novo... :-) Mar.
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De CristinaS a 03.02.2012 às 16:15

;)

Porque achas que tive tanto cuidado em deixar todos os dados? Precisamente para ter mais neurónios a olhar para isto.
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De Marta a 03.02.2012 às 20:33

`Concordo totalmente em relação à matematica... e tanto jeito que ela nos dá... só é pena que nas escolas a ensinem quase de forma teorica... se aquelas equações todas devem por xs mais exemplos concretos... imagina qual o valor minimo de determinado produto que devo comprar para que um deles me fique totalmente gratis (é um exemplo parvo, mas podia ser outro)
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De CristinaS a 03.02.2012 às 16:18

Ó menina CristinaS!!!!!

Contrapeso é uma palavra, não são duas.
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De MK a 09.02.2012 às 13:24

Permita-me discordar em parte desse raciocínio.
No exemplo que apresenta, está a partir do principio que o desconto de 75% apenas está em vigor para esse produto num único dia e por esse motivo é que não aparenta compensar o desconto em cartão.
Para facilitar as contas, imagine que apenas pretende adquirir 1 produto e não 2 ou 3 e que o desconto é de 50% e o produto custa 10€ em ambas as lojas.
No pingo doce traz o produto por 5€ (os outros 5 ficam na carteira).
No continente traz o produto por 10€ (os outros 5 ficam no cartão... na carteira).
Não vejo diferenças na percentagem do desconto, apenas no formato do dinheiro (virtual ou real).
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De Mira_dunas a 29.04.2012 às 01:22

O problema dos cartões e descontos é mais complexo do que se pensa. Existem departamentos inteiros a verificar uma simples coisa em nós consumidores: quem compra um produto X normalmente (mais 75% das vezes) compra tb o produto Y e Z. Logo, com o dinheiro que poupei num dia eles sabem que nesse mesmo dia ou noutro posterior à compra o 75% já passaram para 25% ou menos!.....
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De Goreti Rodrigues a 03.02.2012 às 13:42

Desculpa não reparei nas datas :)
Mas de facto acho que este é um tema sobre o qual ainda tenho que fazer bem as contas, não digo que não seja rentável, aliás já comprei vários produtos com o desconto em cartão.
Não sei é se esta politica não será no fundo um apelo ao consumismo.
Eu tb tenho a desvantagem de não me poder deslocar com regularidade ao continente, implica um gasto maior de gasolina. Mas sempre que lá vou, mesmo com o desconto em cartão, fico sempre com a sensação de ter gasto mais.
Vou acompanhar a discussão para ver se tiro melhores conclusões :)
Bom fim de semana
Jinhos
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De CristinaS a 03.02.2012 às 14:13

Tens toda a razão com esse receio. Junta-lhe os vales de desconto e corres sérios riscos de passares a comprar mais.

Por isso é que tenho fixado um preço ideal para as coisas - sair desse preço ideal, só quando o produto está em falta e preciso mesmo de adquirir.

Por exemplo: promoções do Ariel. Os preços têm baixado em muitos locais e ainda tenho um vale de €2. Mas faço as contas e acabo por constatar que o preço por dose fica acima do que comprei e que ainda tenho. Comprar mais porquê? Só para gastar o vale?

Mais: o orçamento criei precisamente para controlar o que efectivamente gastava num mês. Por exemplo, do novo folheto marcas 50% não comprei um único item. Mesmo o esparguete que pensei comprar, acabei por preferir uma embalagem de esparguete pelo mesmo preço, de produção nacional.
Em princípio, só aproveito mesmo a pescada.

Mas a verdade é esta: claro que é um apelo ao consumismo, mas aí temos de ser mais espertas que eles ;)
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De Poupanças & Companhia a 03.02.2012 às 19:27


Eu gosto de fazer compras no Continente. Não me deixo levar por consumismos. Compro o que quero e aproveito as promoções da melhor maneira possível. Desde que iniciei este "percurso" não me dei mal.
Gastei algum dinheiro inicialmente, mas se formos a ver em 15 dias poupei 137€. Comprei comida e produtos que durarão meses. Se isto é uma má compra, não sei o que será uma boa.
Ainda tenho dinheiro no cartão e um cupão de 10%.
No próximo mês apenas precisarei de comprar iogurtes, leite e alguns vegetais, usarei o dinheiro destes 10%.

Eu sei os preços dos produtos e comparo-o em vários supermercados. O Pingo DOce se tivesse loja online ou folhetos poderia ganhar mais comigo. Não têm informação... Assim limito-me a lá ir quinzenalmente comprar os 3 pacotes de manteiga.
Se compro no Continente, é porque me compensa. Fica perto. Te garanto que dinheiro não perco.
Se podia ganhar, se calhar podia, mas não era a mesma coisa.
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De Poupanças & Companhia a 03.02.2012 às 19:29

Se podia ganhar mais, se calhar podia, mas não era a mesma coisa.
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De MJMG a 04.02.2012 às 17:27

Tenho acompanhado este blog, e devo antes de mais elogiar as óptimas dicas que tem partilhado com todos os cibernautas.

Eu fui cliente fiel do Continente, durante o tempo em que os descontos ou as promoções não eram acumuladas em cartão. Depois quando começaram a funcionar no sistema de cartão, praticamente deixei de fazer compras no Continente.

Ter de despender mais dinheiro em cada compra, para poder ter acesso a promoções, só para acumular em cartão, desculpem mas não me parece um bom sistema, prefiro ter esse dinheiro na minha carteira e utilizá-lo como entender. De facto o dinheiro está lá no cartão, continua a ser nosso, mas reparem também que o Continente em alguns momentos "obriga" o consumidor a gastar parte desse valor que tem acumulado.

Na última promoção dos 75%, descontavam 50% num determinado período, e os restantes 25% noutro período (não quero arriscar datas, já não me recordo bem). Quem nos garante que nesse período os produtos que estão à venda nessa cadeia de hipermercados não tenham sofrido flutuações de preços?

É muito apelativo olhar para um preço com 75% de desconto, mas na realidade estamos a pagar a totalidade do valor que ele na realidade custa. De facto não pagamos 25% como se faz crer, mas sim 100%, mas como fica acumulado no cartão parece que só estamos a pagar 25%.

Se estivermos atentos aos preços iniciais/originais e os compararmos com outros hipermercados vão ver em muitas situações são mais caros. E não estou a falar de marcas brancas, estou a falar das marcas que se comercializam em todos os hipermercados. Daí que um dos comentários refira que os 75% ou os 50% não são percentagens de desconto reais, acabam por ser menores, pois os preços originais em alguns produtos podem ser mais elevados.

Acho que é um apelo ao consumismo, e para mim a para a minha família não funciona. Estamos atentos às promoções de desconto imediato de outros hipermercados e é nessas que investimos. Conhecemos os preços "aceitáveis" de cada produto e é assim que nos orientamos e poupamos.

Com certeza que este sistema funciona para muitas famílias, respeito-as, mas não o aprovo para mim.
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De CristinaS a 04.02.2012 às 18:01

Com efeito, não sou insensível a ambos os argumentos. Eu própria tenho tentado disciplinar-me e organizar-me para não incorrer em erros. Necessito de ser vigilante.

1º É preciso ter consciência que para "investir" temos de ter a verba para dispor. O dinheiro vai ficar "empatado".
2º Há o risco de se desperdício, se deixarem passar o prazo de validade.
3º Poderá haver a tentação de continuar a comprar, apesar do stock.
4º É necessário fazer as contas e comparar.
5º A obrigação de comprar em determinadas datas pode induzir em gastos acrescidos.

Tenho plena consciência e tenho afinado o meu "sistema". A verdade é que desta forma, por estranho que possa parecer, consigo precisamente evitar gastos desnecessários, desperdícios e duplicações. Estou mais organizada, gasto menos e gasto em apenas aquilo que preciso, em vez daquilo que penso que preciso porque entretanto me esqueci se tenho ou não, ou então o que acho que me pareceu uma boa oportunidade na prateleira.

Acho que, como todos, estou a tentar chegar à melhor estratégia para mim.

Eu continuo com o registo e com as contas e continuo convicta que estou a poupar muito dinheiro. As minhas continhas recentes parecem dar-me razão. A ver vamos.

Mas uma coisa é certa. Tenho aprendido muito com as partilhas de informação com todos vós. E por isso, obrigada.
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De MJMG a 04.02.2012 às 19:49

Também partilho a mesma experiência de registo de contas, numa folha excel, mensalmente. E nela entram tudo o que são despesas, que forem realizadas durante um mês. Essa é de facto uma boa estratégia, controlamos melhor os nossos gastos.

O que interessa é que os sistemas que adoptamos, independentemente das escolhas que fazemos que nos façam poupar, e que isso se reflicta na nossa carteira!

Boas poupanças, parabéns pelo blog de qualidade, aguardo com expectativa todas as novidades!

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De CristinaS a 05.02.2012 às 11:23

Exacto. Se há uma coisa que aconteceu de imediato foi a consciência no que gasto. Por exemplo, nesta semana há cerca de €10 que não deveriam ter sido gastos.

E um pormenor curioso: no dia em que gastei (muito bem) os €20 foi no Continente - com lista de compras, sabendo o que precisava e tudo o mais.

No dia em que gastei mal os €10, foi numa ida impulsiva ao Jumbo.

Esta semana terei mais cuidado.
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De PAULA CARVALHO a 05.02.2012 às 15:12

nao percebo quando as pessoas acham que o dinheiro no cartão é dinheiro empatado. No banco não é?
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De css a 05.02.2012 às 20:03

É um excelente ponto de vista.
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De Joana Espiñal a 24.02.2012 às 15:13

Também me dedico a estas contas cada vez que faço ou planeio compras e também aproveito os descontos do continente em cartão e devo dizer que embora perceba ambos os pontos de vista... pelas minhas contas a poupança nos meses anteriores só em cartão ou seja sem vales ou reembolsos foi entre 45% e 65% das minhas compras... e neste momento tenho 0 de saldo no cartão por isso é valor real...
Então como é que eu faço... como a maioria de vocês... vejo catálogos . comparo preços... sei decore a maioria dos preços dos produtos que compro... reclamo quando me parece que há abuso em certas promoções duvidosas... e normalmente saio ou satisfeita com a explicação ou com o produto ao preço que considerava justo.... depois compro em quantidade aquilo que não tem prazo... compro coisas em fim de prazo e congelo ou transformo de forma a poder conservar mais tempo... por exemplo... leite congelo para fazer gelados ou bechamel... natas faço pratos para congelar e vou usando ao longo do tempo... etc... e o desconto que tem prazo como é o caso dos 75% por exemplo este ultimo usei para comprar um salmão inteiro e congelar... fiquei com muito peixe, cortado como eu queria, inclusive lombos para fazer sushi que se pedisse para mos cortarem à parte sairiam ao preço do peixe inteiro....
resumindo a melhor maneira de poupar é adequar as coisas às nossas necessidades, ser criativo no aproveitamento de produtos... à muitas maneiras de um produto servir para várias coisas... e acima de tudo não nos deixarmos entusiasmar por promoções... usar sempre valores de referencia e nunca chegar ao ponto de ter necessidade de comprar alguma coisa, porque isso faz-nos compra-la a qualquer custo...

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