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Não sei quanto a vós, mas 2021 não me deixa saudades.
Olho para trás e tento reflectir sobre o ano que passou e parece-me ter durado uma semana e em que tudo piorou um bocadinho mais... a saúde da minha mãe, a minha situação laboral, as minhas perspectivas de futuro. Ainda assim, grata por não ter acontecido nada pior.
Nem a hortinha se salvou: o que as lesmas e caracóis não comeram, foi quase tudo destruído durante umas obras. Quem edifica no que não é seu...
Todo o otimismo primaveril, de que seria o ano do fim da pandemia, esfumou-se.
Fiz a primeira biopsia (negativa) e espero que, se não for a última, que sejam todas assim.
Setembro, trouxe-me 340 g de uma nova responsabilidade (e despesas).
Três meses depois, está com 2,65 kg e sinto que cumpri o meu dever. Vivo com a consciência limpa de que, ao parar o caro, alinhei as minhas acções com os meus valores.
Porém, há algum arrependimento de não ter trazido os irmãos (trouxe o doente). Alimentei-os até o dia em que desapareceram e espero que estejam bem.
Vários anos depois, continuo a gostar muito do Sr. Bróculo.
Entretanto perdi a conta do FB com quase 60 000 seguidores e, como a de Instagram lhe está associada... bye, bye.
Entro em 2022 com a esperança de Marcus Aurelius (encontro sempre conforto nos livros):
Não te aflijas com o futuro. Lá chegarás, se tiver de ser, levando em ti a mesma razão de que te serves agora nas questões presentes.
Na Presença, encontrei boas promoções. É uma pena que não tenham programa de afiliados, porque é a editora da Joana Roque.
Fiquei de olhos neste, para o meu sobrinho. Decreto para 2022 o ano da silly season.
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