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Misturas para máquina de fazer pão

Continuo a fazer as minhas misturas para a máquina de fazer pão. Apenas os secos, mas que me poupa muito trabalho a limpar a banca da cozinha, que sujo sempre de farinha.

Ora, se colocar os ingredientes como no frasco da direita, o que acham que vai acontecer se o virar para dentro da panela? Obviamente que o que estava em cima, ficará por baixo.

Óbvio, mas só me lembrei desse pormenor quando quis deixar a máquina programada para fazer pão para a manhã seguinte. O fermento nunca pode ficar em contacto com a água, se a máquina não for ligada de imediato.

No frasco da direita, o fermento está no fundo do frasco, e assim, quando virar ficará por cima da farinha.

Idiotice nº 1 resolvida.

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Improvisar com o que se tem

Quando comprei funis, eram um conjunto de 3. Doei um e fiquei com dois. Porém, rapidamente me apercebi que não precisava dos dois tamanhos... mas foi ficando.

 

Mas como precisava mais de um com boca larga para sólidos, decidi cortá-lo e usar o que tenho.

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Deu um jeitaço para encher frascos com feijão cozido.

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Cozinhar para o congelador

E por falar em frascos de feijão cozido: de uma panela saíram 6 refeições de feijão preto estufado com legumes. Uma das minhas refeições preferidas.

 

DSCF2176.JPG

 

Bolinhas para o banho

É uma futilidade, mas de vez em quando, gosto de tomar um banho de imersão com sais efervescentes.  Aproveitei os conjuntos de natal que agora rondam os 75% + 10% cupão Well´s.

€1.57 que sai da minha mesada para maluquices.

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1.JPG

 

Cabazes de produtos biológicos

Continuo a utilizar os serviços de entrega de cabazes biológicos. Não é um sistema perfeito:

- se não utilizar e/ou congelar acabo por desperdiçar;

- os produtos tendem a ser repetitivos, porque estamos a comprar produtos de época (e mal habituadas/os a ter tudo o ano inteiro no supermercado);

- já tive maus produtos: cebolas podres no interior e kiwis demasiado verdes para serem consumidos.

 

Porém, a verdade é que as duas más experiências que tive neste serviço são as mesmas que já tive em supermercados. 

 

Deixo-vos como exemplo de o último cabaz que recebi (€10):

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cabaz (7).JPG

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A balança está na foto... por debaixo das acelgas.

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14 comentários

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De Anónimo a 11.01.2017 às 20:31

Ainda são uns valentes quilos!

Por causa das quantidades é que continuo com o cabaz pequeno da fruta feia, Não tinha congelador para tanto...
Quando repete, ou tem alguma coisa que os meus pais também têm, ofereço. O que é bom sabe melhor partilhando!

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De Descontos a 12.01.2017 às 13:04

É bem verdade. ;)
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De liliana freitas a 11.01.2017 às 20:37

a wells da trindade tinha + 10% extra por abertura de loja. (ate dia 22 de janeiro). mas por ser nova também não tem muita coisa a 75%.
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De Descontos a 12.01.2017 às 13:03

Isso é uma excelente acumulação.
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De Ricardo_A a 12.01.2017 às 11:30

Não sabia dessa questão do fermento e do contacto com a água.
Mas, então, a não ser que se use uma farinha especifica daquelas para máquinas de pão, como é que se consegue programar uma mistura caseira ? A quantidade de água não é sempre grande, de forma a que acaba por embeber a farinha e o fermento que lá fica à noite ?
Isto interessa-me porque ando a experimentar receitas de pão manualmente mas queria, posteriormente, usar a máquina à noite.

Também ando tentado a comprar um cabaz bio em vez de comprar produtos bio avulsos. A Cristina tem ideia de quanto é que se poupa se for um cabaz (e assumindo que ia comprar aquilo tudo avulso num super bio ou num mercado bio) ?

Já agora, na zona de Lisboa os produtos bio andam mais ou menos pelo dobro dos não bio nos supermercados. Às vezes um pouco menos, se for fruta da época e 3 vezes mais em artigos "embalados", tipo cereais, chás, bolachas, etc.
Só nos legumes tipo espinafres e afins é que os bio são mais baratos do que os não bio embalados.
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De Descontos a 12.01.2017 às 13:00

Excelentes questões, como sempre:

Quanto ao fermento, o não contacto com o líquido é uma indicação do manual. Em contacto com a água vai produzir o gás que fará o pão crescer. Se o fizermos antes de começar a mistura e o processo de fazer pão, provavelmente teremos um pão denso e pesadote.

Quanto às misturas compradas, confesso que não sei a resposta porque poucas vezes utilizei.

Nunca fiquei a ver se a farinha ficava embebida com a água porque não me levanto às 4h00 quando ela começa ;) Porém, suspeito que não porque é bastante farinha para a quantidade de água e suspeito que a farinha que está em contacto com a água cria um filtro, ao "embolar" (sei que não é uma palavra esclarecedora)...

... está a ver quando passamos algo por farinha e começam a formar grumos de farinha? É essa a ideia.

Como mesmo com o cabaz pequeno estou a fazer uma média de €2.00/kg sei que estou a poupar em relação ao mercado bio a que tenho acesso. Raramente há legumes/frutas mais baratos que isso. No supermercado, só quando está com uma boa promoção no PD, mas é quase 1 produto de 15 em 15 dias.

Com efeito, por aqui também sinto essa diferença de preços. Ainda só estou a comprar legumes/frutas (nestas, nem todos são bio), mas gostaria de pelo menos passar a comprar farinha bio que fica por cerca de €1.50 vs os €0.40 a que costumo comprar de não bio.

Aos bocadinhos, até porque preciso habituar-me/conhecer aos/os novos preços.
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De Ricardo_A a 12.01.2017 às 18:52

Boa ideia essa da farinha fazer uma espécie de crosta para impedir o fermento de se misturar. Tenho de experimentar, até porque manualmente costumo misturar o fermento na farinha. Se usar a máquina fica a nota mental. Fermento sempre em último e, de preferência, ver se se criou primeiro a tal 'crosta'.

Em relação aos bios, além das frutas e legumes, uma coisa que tenho tentado substituir progressivamente são todos os produtos que contém glutamato, aspartame e oleo de palma.

Tanto quanto li isto são das piores coisas que usamos regularmente, não obstante dizerem que é seguro. É impressionante a quantidade de coisas em que estão, desde os vulgares caldos de carne, à margarina vegetal, passando pelos refrigerantes, iogurtes, etc.

Por vezes estão 'escondidos' sob a capa dos Es e/ou com outros nomes como intensificadores de sabor e coisas do género.

Alguns não são fáceis de substituir pr falta de alternativas que estejam facilmente disponíveis.
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De Descontos a 12.01.2017 às 19:25

Eu também tenho cortado em imensa coisa, em grande parte porque tenho excluído alimentos processados. Mas tem sido algo de gradual e natural, na medida em que vou fazer a substituição de determinados alimentos pela sua versão mais limpa.
Estava precisamente a pensar, ao passar num corredor de supermercado, que já não como uma salsicha há uns 2 anos. ;)
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De Ricardo_A a 12.01.2017 às 20:52

Escusava de me lembrar dessa Cristina. Salsichas ainda não arranjei substituto decente porque, mesmo as de peru, estão cheias de porcaria (e tem de haver alguma coisa a fazer-me mal, senão fico cá até muito tarde e é aborrecido, eheheh).
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De C a 14.01.2017 às 17:00

Ainda não tenho acesso a cabazes bio à séria, mas costumo ir a uma loja bio de um produtor, tem muito mais variedade e preços muito mais baixos do que nos hipers.

Já não prescindo dos legumes e frutas bio. Nos legumes, feitas as contas gasto o mesmo e vario mais. No bio encontro legumes de tamanho menor, da época, que chegam para as necessidades. As frutas é que é mais difícil, e saem mais caras, há pouca oferta bio.

Felizmente, não preciso de comprar acelgas. É uma planta muito fácil de ter, quase como uma erva daninha, basta ter um pedaço de terra, semear e regar no início. Depois acaba por se desenvolver sozinha, dá semente e depois vai nascendo espontaneamente e crescendo.

Para além de optar por bio também estou a cortar nos processados, principalmente depois de ter ido a uma sessão sobre interpretação dos rótulos, onde me foi também fornecido um descodificador de rótulos, que está disponível no site Nutrimento. Comprovei que tudo o que é processado tem excesso de gordura, de açúcar e de sal.

Além disso, a maioria dos alimentos processados tem gorduras prejudiciais à saúde (normalmente óleo de palma hidrogenado ou parcialmente hidrogenado) e ao ambiente, são as mais baratas, e há também os ingredientes como corantes alimentares, conservantes e intensificadores de sabor que são igualmente maus.

Mesmo no bio evito tudo o que seja processado, mas normalmente é preferível bio, porque procuram usar produtos mais naturais.

Por exemplo, andava à procura de um substituto para a polpa de tomate, porque é muito processada. Habituámo-nos a usar o tomate todo o ano, mas é uma fruta de época, do Verão. Queria fazer uma piza no inverno, experimentei tomate pelado em pedaços bio e resultou melhor que a polpa de tomate e não tem nada a ver com o tomate pelado dos hipers.

Também andava à procura de farinha moída à maneira tradicional, em moinho de pedra. Pelo que estudei do assunto, preserva mais as qualidades dos cereais. Encontrei no bio, é consideravelmente mais cara, mas tem um sabor e aspeto consideravelmente diferente.

Iogurtes quando posso faço e recomendo. Os de compra em geral são muito doces, onde quer que se compre e do que quer que compre. Já vi iogurtes de soja e sem lactose que são autênticas bombas calóricas, muito piores do que muitos ditos normais e mais caros. E os naturais acabam por ser muito repetitivos, mesmo que se varie com algumas combinações, com frutos secos, fruta, sementes.

Outra coisa excelente para se fazer em casa e mais barata é a piza. Àquelas pizzas a 2€ dos hipers a 2€ nem lhes chamo comida que os abor é horrível. E são menos baratas do que aparentam. Para a base de uma piza basta farinha (forte, de pão), água, um pouco de fermento e uma quantidade mínima de sal e de açúcar. O resto é a gosto e conforme a carteira.

Bolachas, bolos, os feitos em casa são muito superiores. Os dos hipes são veneno, basta ver a lista de ingredientes. E mesmo nas pastelarias usam muitos preparados de compra, os ditos "de balde", que são a mesma coisa.
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De C a 14.01.2017 às 17:05

Uma correção ao meu comentário anterior: Comprovei que tudo o que é processado tem excesso de gordura, de açúcar e de sal.

Não é tudo, mas é quase tudo. Os iogurtes naturais, por exemplo, são boas opções.

Os legumes congelados e de lata são razoáveis. Mas geralmente prefiro comprar seco. Sai mais barato e não dá muito trabalho demolhar, cozer e congelar, é uma questão de hábito. Depois é só ir descongelando.
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De C a 14.01.2017 às 17:06

Está difícil, correção, não são legumes, mas leguminosas.
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De Descontos a 16.01.2017 às 10:47

Também tenho passado para as leguminosas (vi o comentário a corrigir) secas/demolhadas/cozidas/congeladas por mim e realmente não dá muito trabalho. É tudo uma questão de espaço no congelador. Mas tenho sempre uma lata ou outra para um dia de preguiça, em que nem me lembrei de pôr a descongelar.

Mas mesmo os legumes congelados, são uma boa solução para fora de época. Por exemplo, ervilhas e brócolos são algo que costumo ter no congelador. As primeiras quase sempre congeladas e os brócolos para quando não os consegui frescos em promoção.
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De Descontos a 16.01.2017 às 10:54

Concordo com tudinho, tudinho.
Realmente a fruta é o calcanhar de Aquiles da oferta bio. Eu nunca compro polpa de tomate, só latas de tomate em pedaços ou pelado, mas ainda não passei para bio. E sei que deveria porque é um dos produtos que consumo em abundância e é um dos legumes com mais pesticidas.

Também quero passar para a farinha bio. Novamente, os cereais são um dos produtos com mais pesticidas.

A minha aposta, passa precisamente por passar a comprar biológico nos produtos com mais pesticidas. Pelo menos até perceber o que faz sentido pagar mais por produto biológico. Porque na verdade, há produtos em que isso não faz sentido... é mero marketing.

É precisamente isso que procuro: informação fidedigna do que é relevante ou não.

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    Mesmo, estou farto de trabalhar para aquecer....

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    É verdade e não é só aqui. Os impostos que nos são...

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    Um vergonha os impostos q pagamos!!!!

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